Quando um incidente, uma denúncia ou uma não conformidade chega à mesa da liderança, essas são as únicas três perguntas que importam. O PrimeRisk Classified é a única plataforma construída para que sua empresa responda as três — com dossiê formado, auditoria trilhada e assinatura registrada.
A última década transformou compliance de boa prática em obrigação legal com responsabilização objetiva. A empresa responde — mesmo sem dolo, mesmo sem ciência da alta direção.
A Lei Anticorrupção Brasileira prevê multas de até 20% do faturamento bruto do ano anterior. A LGPD autoriza sanções de até R$ 50 milhões por infração. A Lei 14.457/2022 tornou obrigatório o canal de denúncias em qualquer empresa com CIPA.
Em auditorias da CVM, do BACEN, da CGU e de investidores institucionais, não basta ter política — é preciso provar que ela foi aplicada, a quem foi comunicada e como foi apurada. Sem dossiê rastreável, não há defesa.
Responsabilização objetiva da pessoa jurídica. Programa de integridade efetivo é atenuante legal reconhecido pelo Decreto 11.129/2022.
Toda empresa com CIPA deve manter canal para denúncias de assédio e violência, com sigilo, apuração formal e ações corretivas documentadas.
Registro obrigatório das operações de tratamento, rastreabilidade de incidentes de segurança e prova documental de medidas de mitigação.
Padrão internacional que exige gestão baseada em evidência, avaliação periódica, apuração estruturada e melhoria contínua documentada.
Controles proporcionais ao risco, investigação independente e disciplina pela alta direção — tudo com trilha auditável.
Identificação, análise, tratamento, monitoramento e comunicação de riscos operando em ciclo contínuo e registrado.
Obrigação de políticas de combate a ilícitos corporativos, com comitê, apuração e encerramento formal de denúncias.
Controles internos certificados pela liderança. Toda falha material identificada deve ser documentada, tratada e reportada.
Expõe a empresa e seus executivos a jurisdições estrangeiras. Investigação interna adequada é mitigador explícito em acordos de leniência.
Quando o regulador chega — ou o comitê do conselho, ou o due diligence do fundo — e pede: "prove como essa denúncia foi apurada, quem foi entrevistado, que decisão foi tomada e quem recebeu a ação corretiva" — o que sua equipe tem na mão? Uma pasta de e-mails dispersos. Documentos em três versões. Planilhas em HDs pessoais. Reuniões sem ata. Responsáveis que dizem que nunca foram notificados.
Fotos em celulares pessoais, documentos em pastas de rede, conversas no WhatsApp, anotações soltas. Nada reconstitui o caso inteiro.
Ações corretivas delegadas por e-mail copiado, sem comprovação de ciência, sem prazo, sem status. Quando o prazo vence, ninguém sabia.
Denúncia confidencial tratada por e-mail é denúncia a caminho do vazamento. O custo reputacional não tem preço — e tem noticiário.
Na hora de responder à auditoria, ninguém consegue reconstituir quem decidiu o quê, quando, com base em qual evidência. Isso, hoje, é indefensável.
O centro nervoso da operação. Gestores, analistas e auditores acompanham o quadro completo de riscos, conduzem investigações, configuram inspeções, monitoram planos de ação e geram relatórios formais — tudo em tempo real, em qualquer dispositivo.
O poder do registro imediato na mão do colaborador. Ao identificar um problema, ele registra na hora — descrição, fotos, localização — sem aguardar retorno ao escritório. A ocorrência chega automática ao painel web para triagem e decisão.
A ferramenta do auditor. Com checklists configurados pelo compliance, o auditor percorre a unidade, avalia cada ponto de controle, captura evidências fotográficas, registra leituras — e tudo vai direto ao dashboard sem digitação, sem planilha, sem perda.
Uma não conformidade identificada em uma inspeção pode se tornar uma ocorrência formal com um único toque. Uma ocorrência em campo pode abrir um processo de investigação completo. Nada se perde no meio do caminho.
Cada módulo resolve um processo que hoje vive espalhado entre e-mails, documentos soltos e memória institucional. Juntos, formam a espinha dorsal do programa de integridade.
Existem ferramentas de gestão de incidentes. Existem ferramentas de checklist. Existem plataformas de canal ético. O que não existia — até o PrimeRisk — é um ecossistema que integra tudo em uma única plataforma, com dados compartilhados entre os módulos.
Visibilidade consolidada em tempo real para decisões de alto impacto. Evidências sólidas para responder auditorias externas, investidores institucionais e comitês de conselho sem surpresas.
Analistas e investigadores que conduzem apuração de incidentes e denúncias — com processo estruturado que substitui a pilha de e-mails, a planilha do drive e a memória institucional do time.
Coordenadores de inspeção que precisam de checklists padronizados, execução disciplinada em campo e resultados consolidados em tempo real — em dezenas de unidades, com um único padrão.
Administradores que gerenciam perfis granulares, autenticação por dispositivo, trilha de auditoria de ações, retenção de dados e aderência à LGPD — sem depender de desenvolvimento interno.
Denúncia recebida pelo canal ético? Já vira incidente vinculado no mesmo dossiê. Inspeção identificou ponto crítico? Já abre investigação com um clique. Investigação fechada? O plano de ação mora no mesmo ambiente — não em uma planilha perdida no e-mail.
A jurisprudência recente tem sido clara: empresas que demonstram programa de integridade efetivo, com evidência documentada de apuração e tratamento, recebem redução significativa em acordos de leniência. Empresas que não demonstram, não recebem.
Investidores institucionais, bancos de fomento e parceiros internacionais hoje exigem due diligence de compliance antes de qualquer transação relevante. Sem dossiê, sem crédito. Sem crédito, sem crescimento.
Um único vazamento de denúncia mal gerida custa anos de construção de marca. Sigilo técnico, no PrimeRisk, não depende da disciplina individual — depende da arquitetura da plataforma.
Multas da Lei Anticorrupção, da LGPD, do CADE, da ANPD — e o custo de litígios trabalhistas decorrentes de denúncias mal apuradas. A plataforma é uma fração desse custo.
Bloqueio em due diligence de M&A, em rodadas de captação, em certificações ESG, em compliance com cadeias globais de suprimentos. O que não é registrado, não existe para o investidor.
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